segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

JESUS E AS LIÇÕES DE SOLIDARIEDADE


Lição de nº 12
20 de dezembro de 2009.
Texto: Lc. 10:30-34

INTRODUÇÃO: Em primeiro lugar, lembre-se que existem regras de interpretação bíblica e devem ser respeitadas; quando se trata de parábola, devemos ter em mente que ela tem um objetivo principal a ser atingido. Há quem encontra interpretação e aplicação para todos os pormenores de uma parábola, mas isso são recursos que fogem das regras da hermenêutica, pois diante de tantos significados acabam dizendo o que o autor da parábola nunca teve a intenção de falar. No caso da parábola do Bom Samaritano, texto que serve de base para a nossa lição desta semana, Jesus teve o propósito de mostrar ao doutor da lei quem era o seu próximo e o dever de ajudá-lo em suas necessidades. Mas para entendermos melhor o título de nossa lição vamos procurar compreender em primeiro lugar, o significado da palavra “solidariedade”. O dicionário Aulete da a seguinte definição: “(so.li.da.ri:e.da.de) sf.
1 Sentimento de identificação com os problemas de outrem, o que leva as pessoas a se ajudarem mutuamente..”
Segundo esta definição, solidariedade é motivada pela empatia, sentimento que nos coloca no lugar do outro e nos impulsiona ajudá-lo.

I. JESUS ESCLARECE AO DOUTOR DA LEI QUEM É SEU PRÓXIMO E A QUEM DEVE SER SOLIDÁRIO.
a) – É provável que o doutor da Lei sabia quem era o seu próximo, apenas queria uma resposta da boca do Mestre dos mestres para colocá-lo a prova (v.25). Jesus conhecendo os corações e usando da sua sabedoria deixou que ele mesmo (doutor da Lei) tirasse suas conclusões.

1.1. O que era um doutor da lei.
a) – A Lei é o conjunto dos primeiros cinco livros do Antigo Testamento (Pentateuco). Mas além desses livros existia também o talmude que era conjunto de tradições ou interpretações do Pentateuco feitas pelos doutores ou escribas. Então o doutor da Lei era um profundo conhecedor do Pentateuco e capaz de interpretá-la. Segundo Abraão de Almeida, na ocasião do retorno dos judeus dispersos a Palestina em 1.948, existia no Iêmem, judeus, que sua cultura se resumia apenas em ter decorado os cinco livros da Lei.

1.2. O Mestre e o doutor
a) – O doutor conhecia apenas a parte morta da letra, enquanto o Mestre conhecia a lei que produz salvação e vida abundante.
1.3. Os samaritanos
a) – Os samaritanos eram discriminados e odiados pelo judeus porque se tratava de um povo misto. Essa discriminação originou pela ocasião do cativeiro do Reino do Norte que tinha Samaria como principal cidade.

2. A PARÁBOLA DO BOM SAMARITANO
a) – Esta é uma parábola que quebra todas as barreiras raciais, religiosas e sociais e nos impulsiona a observância do segundo maior mandamento.

2.1. Descendo de Jerusalém para Jericó
a) – Um trajeto onde existiam muitos salteadores pelo caminho constituía um grande perigo para um viajante solitário. O fato de estar descendo e ter se deparado com uma tragédia, nos remete a idéia de que só devemos descer em direção aos pés do Mestre. Quando a pessoa desce para o mundo só acontece algo desagradável.

2.2. O viajante surpresa
a) – Esse viajante era um sacerdote; religioso que pertencia ao mais alto grau na esfera religiosa do judaísmo. Esse religioso segundo a parábola fez vista grossa diante do sofrimento daquele pobre coitado. Talvez podemos compará-lo a muitos líderes religiosos atuais que preferem investir em patrimônio e outras coisas que possa conferir-lhe status diante da sociedade a ter que dar assistência aos menos favorecidos.

2.3. O levita vem pelo mesmo caminho
a) – O levita representa os cristãos egoístas e desamorosos que deveriam entender que foram chamados para servir e não par ser servidos.

3. JESUS, O BOM SAMARITANO
a) – Neste tópico o comentador traçou um paralelo entre o bom samaritano da parábola com Jesus (Embora não é esse o propósito da parábola). Veja os pontos mais importantes

3.1. Ele desceu de sua cavalgadura
a) – Muito embora o propósito de Jesus não fosse o de enfatizar esses pormenores, contudo há uma semelhança na ação praticada pelo bom samaritano ao ajudar ao ferido, ao descer do seu cavalo para ajudá-lo, com o que Jesus fez por nós. Ele desceu das alturas, de sua glória, para nos curar e salvar. Muitos dos cristãos precisam descer do pedestal do orgulho e da prepotência para ajudar o mais necessitado.

3.2. Ele tratou de seus ferimentos
a) – Semelhante aos primeiros socorros prestado ao ferido pelo samaritano, Jesus aplicou as nossas vidas o azeite e o vinho que nos proporcionou cura e alegria.

3.3. Ele o pôs sobre sua cavalgadura
a) – Assim como o samaritano colocou o ferido sobre seu cavalo, o cristão diante da fraqueza do seu irmão deve ajudá-lo a levar sua carga.

4. ELE DISSE QUE VOLTARIA
a) – Ao afirmar que voltaria para acertar contas com o hospedeiro Jesus nos remete a refletirmos sobre a parábola dos talentos, quando pela sua vinda há de acertar contas com todos os cristãos.

4.1. A estalagem
a) – Podemos comparar a estalagem a Igreja, lugar de assistência espiritual e física.

4.2. Ele prometeu voltar
a) – Embora tenha prometido voltar para acertar contas com os seus servos, Jesus difere de muitos patrões ingratos que às vezes exige muito do empregado sem oferecê-lo condições de desempenhar seu trabalho. Jesus vai exigir de acordo com o talento Ele os confiou.

4.3. Quem é o meu próximo?
a) – Depois desta lição dada pelo Mestre Jesus, creio que nem mesmo os legalistas do seu tempo tiveram mais dúvidas.

CONCLUSÃO: Lembre-se. O nosso semelhante que vive na sarjeta, maltrapilho; o doente que está precisando de uma palavra de conforto; o irmão que está precisando de uma ajuda financeira, etc., poderia ser você ou algum parente que você tanto ama. Portanto, ame-o como a si mesmo.

BÍBLIA SAGRADA – O LIVRO MAIS POPULAR DO MUNDO


Muita coisa neste mundo tivera o seu nome incluso no calendário mundial das comemorações por terem seus méritos reconhecidos, dentre elas, podemos destacar o livro sagrado que tem sua data comemorativa marcada para segundo domingo de dezembro. Esse dia teve origem no ano de 1.549 na Grã-Bretânia pelo Bispo Cranmer que interessado em incentivar o povo à leitura do livro sagrado incluiu esta data (Segundo domingo de dezembro) no livro de orações do Rei Eduardo VI.

A primeira celebração comemorativa dessa data se deu com a chegada dos primeiros missionários evangélicos americanos e europeus ao Brasil no ano de 1850, no entanto, a primeira manifestação pública se deu no ano de 1948 no evento de criação da Sociedade Bíblica do Brasil, no monumento do Ipiranga em São Paulo Capital. Acredita-se que essa data é comemorada por mais de 60 países cristãos em todo mundo. No Brasil essa data escolhida para prestar tão justa homenagem ao livro dos livros foi inclusa no calendário oficial do país em dezembro de 2001, através da Lei Federal de nº 10.335.

Por considerar o seu valor espiritual e o grande benefício proporcionado as pessoas e nações, a Bíblia tornou-se o livro mais popular do mundo. Seus leitores são de todas as classes sociais: Do semi-analfabeto ao intelectual; lavradores, industriais, profissionais liberais, juristas, governantes, religiosos, cientistas e até mesmo por alguns que dela duvidam. A Bíblia é considerada o livro mais vendido e lido em todo planeta e tem causado um efeito tão benéfico aqueles que a lêem que nenhum outro livro pode proporcionar. - Pessoas marginalizadas pelos mais diversos crimes têm retornado ao seio da sociedade e reconquistado o respeito, a confiança e a dignidade outrora perdida ou que nunca tivera.

O LADO DA BÍBLIA QUE MUITOS NÃO RECONHECEM

A celebração comemorativa do dia da Bíblia foi instituída pelas causas justas já mencionadas acima, entretanto, existe outro lado que poucas pessoas reconhecem, é o desrespeito e as perseguições que ela vem sofrendo no decorrer da história do cristianismo. Talvez imagine que quero referir as perseguições sofridas impostas pela igreja romana, que teve início na idade média e perdurou por muito tempo, quando na ocasião, sua leitura foi proibida sob pena de ser queimado na fogueira aquele que fosse pego fazendo tal coisa; e de uma forma mais sutil quando pregavam que sua leitura estaria restrita aos ministros católicos sob a alegação de que somente eles tinham capacidade intelectual para interpretá-la; ou mesmo quando diziam que aqueles que a liam ficariam loucos, ou mesmo quando de forma declarada decretaram sua destruição queimando seus exemplares na fogueira. – Não é isso que quero fazer menção, mas de uma tortura secreta cometida por aqueles que dela se apoderam afirmando serem seus leitores, observadores e defensores; são aqueles que todos os dias carregam-na debaixo do braço, que sobe aos púlpitos de suas igrejas quase todos os dias da semana e incutem no povo a necessidade de tê-la como o livro de Deus, que deve ser lido, respeitado e obedecido, mas que eles mesmos a torturam e a maltratam com o propósito de fazê-la dizer aquilo que querem, e não dizer o que não querem; uns a maltratam por ignorância, outros, por conveniência motivada pelo egoísmo e sede insaciável do poder e enriquecimento próprio.

Portanto, acho que os homens que se dizem cristãos deveriam ter um respeito maior pelo Livro que tem como autor o próprio Deus e interprete o próprio Espírito Santo, o livro que foi escrito para o nosso próprio bem e que revela o plano de Deus para nossas vidas. Ele é um livro que na verdade é uma coleção de livros pequenos escritos por diversos escritores de culturas variadas, mas que representam a vontade do próprio Deus, pois escreviam apenas o que o Espírito Santo os inspirava a escrever.

Que Deus tenha misericórdia daqueles que usam a Bíblia para o benefício próprio e por isso a torcem de forma desrespeitosa;
Que tenha misericórdia daqueles que negligencia o seu estudo e por isso ignoram suas verdades, e em detrimento destas, dão ênfase as tradições de seus pais e o costumes mundanos;
Que Deus tenha misericórdia de todos nós e desperte em nossos corações o amor, o respeito e a dedicação (Sem idolatria) que ela verdadeiramente merece.

Ponte A. B. Jesus-TO, 14/12/2009.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

JESUS, OS REMENDOS E OS ODRES


Lição nº 11 de 13 de Dezembro de 2009.

Texto: Mt. 9:14-17.

INTRODUÇÃO: Antes de introduzir o tema principal da lição, comece fazendo um resumo do pano de fundo histórico religioso da época de Jesus, explicando o motivo que levou Jesus a responder aos discípulos de João com estas alegorias.
Para início do comentário pergunte a classe, o que significa os elementos alegóricos mencionados por Jesus:Remendos novos (Evangelho);roupas velhas (legalismo farisaico com suas tradições);Odres velhos (homem velho); vinho novo (os ensinamento de Cristo e o Espírito Santo).

1. JESUS VEIO MUDAR AS VESTES POR COMPLETO
a) – A certeza de que Jesus veio mudar as vestes por completo está em Gen. 3:21, quando Deus matou animais
para de suas peles, fazer roupas para cobrir a nudez do primeiro casal.
Os animais ou animal que teve de ser sacrificado tipificava Jesus que haveria de morrer para nos dar uma vestimenta nova.

1.1 – Novo com velho causa rotura.
a) – Jesus estava se referindo a lei e as tradições religiosas judaicas. Ele quis deixar claro que não era necessário apenas incluir alguns de seus ensinamentos ao código de tradições seguido por eles, mas fazer uma mudança no que fosse necessário para trazer de volta ao homem sua vestimenta original perdida no Édem.

1.2 - Vinho novo para odres novos.
a) – O vinho na Bíblia significa o Espírito Santo (Efésios 5:18) e Ele só pode habitar num coração(Odre) novo.

1.3 – Não se coloca vinho novo em odres velho.
a) - Para entender melhor esse sub-tópico, imagine você ter que incutir a mensagem do Evangelho na mente de uma pessoa velhinha, bastante fanática seguidora das tradições de seus pais; não seria uma tarefa difícil? Se o espírito Santo não abrir sua mente e o coração, jamais conseguiríamos fazer alguma coisa.

2. JESUS TROUXE-NOS UMA ROUPAGEM SEMELHANTE A SUA
a) – As vestes do sumo sacerdote Arão e seus filhos eram iguais, apenas com pequena diferença, no caso do sumo sacerdote que possuía alguns adereços a mais (Êxodo 28:4). Tipologicamente eles representavam Jesus como Sumo Sacerdote e a Igreja como sacerdócio real.

2.1 – Jesus falou da rotura que aconteceria com o remendo e com o odre
a) - O jejum praticado pelos legalistas não possuía nenhum valor devido estarem oferecendo um sacrifício em altar passivo de reparos. No antigo Testamento só se oferecia o sacrifício depois que o altar fosse reparado. Não é o caso de quem arrumou seu altar ao aceitar Jesus, e hoje pode oferecer seus sacrifícios e ter a certeza de que serão aceitos.


2.2 – Cristo nos propõe uma roupa nova
a) – Ao falar de sua vinda (Ap. 16:15), Jesus faz um alerta acerca da necessidade de estarmos de vestes prontas, ou o mesmo que estar com as roupa nova da graça divina.


3. JESUS FALOU DA IMPORTÂNCIA DE UM ODRE NOVO
a) – Colocar vinho novo em odre velho corre o risco de perder o odre.
A Palavra de Deus (VINHO NOVO) é viva e eficaz e poderosa para trazer um efeito satisfatório a quem dela toma posse com o desejo de obedecê-la, mas quando o odre é velho (PESSOA NÃO CONVERTIDA E DE DURA CERVIZ), produz então um efeito destruidor no indivíduo.

3.1 – Se o vinho se perder para que servirá o odre?
a) – O odre era um recipiente feito de peles de animais limpos e destinava ao uso de leite, água, vinho e outros tipos de líquidos.
Se o dono do odre o tinha exclusivamente para o uso do vinho, é claro que se perdendo o vinho não haveria mais necessidade da posse do odre. É o que acontece ao ser humano, se rejeitar o vinho novo da Graça salvadora de Cristo, só serve para o abandono eterno.

3.2 - Jesus tem sempre vinho novo
a) – O vinho novo oferecido por Jesus (Palavra de Deus e o Espírito Santo) é sempre novo, jamais se envelhece.

3.3 – Para conservar um vinho novo é preciso um odre novo
a) - Somente vidas renovadas podem aceitar as boas novas trazidas por Cristo a este mundo.

4. O PROCESSO DE RENOVAÇÃO DOS ODRES
a) – Tudo neste mundo passa por transformações. Assim o odre, o calor do sol e o constante uso podiam enrijecê-lo tornando impróprio para o uso de um vinho novo. O que tornava necessário renová-lo; um processo doloroso que custava muito sacrifício.

4.1 – O odre deve ser mergulhado na água
a) – O processo de mergulhar o odre na água simboliza a necessidade do cristão mergulhar no estudo da Palavra de Deus, para que o reavivamento possa acontecer em sua vida.
b) – A água serve para amolecer a sujeira e facilitar a sua remoção.

4.2 – O odre deve ser posto no óleo
a) – Antigamente o óleo (Azeite) tinha várias utilidades e uma delas era semelhante ao efeito produzido pela água, que era o de amolecer o couro. Sabemos que o azeite é o símbolo do Espírito Santo.
Muitas vezes o cristão por negligência ou qualquer outro motivo pode se tornar endurecido, sem sensibilidade para com as coisas de Deus, o que torna necessário uma ação direta do Espírito Santo para torná-lo útil na casa de Deus.

4.3 – Ser escovado para retirada das impurezas
a) – No processo de renovação ocorria a necessidade de uma escovação, algo nada agradável, mas que dava um visual novo ao odre. Como cristãos muitas vezes precisamos ser submetidos a esse processo doloroso para que possamos ter um aspecto novo e um visual que agrade aos olhos de Deus.


Conclusão: O mundo, assim como os legalistas do tempo de Jesus, precisa de passar por um processo de renovação mediante a Palavra de Deus e ação direta dos cristãos verdadeiros para que possa receber o vinho novo que é Jesus.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

DICAS PARA O PROFESSOR DA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL



Igreja Evang. Assembléia de Deus - Ministério Madureira
REVISTA – JESUS CRISTO – O Maior Personagem da História da Humanidade
Lição nº 10 de 06 de Dezembro de 2009.

Título: JESUS E OS VALORES DO SAL E DA LUZ
Textos de Referência: Mt. 5.13-16.
Introdução: Antes de ler a introdução impressa na lição comece expressando da seguinte forma:
Ao discursar Jesus sempre valeu dos recursos persuasivos, dentre eles o mais usado foi a linguagem figurada, apresentada em forma de parábolas. Com esse recurso ele falava de objetos, pessoas, animais, costumes, comportamentos, etc., bastante familiar ao povo, para ilustrar uma verdade espiritual. Às vezes fazia isso também quando queria que apenas seus discípulos compreendessem o que Ele queria ensiná-los. Temos como exemplo a parábola da semente. Os discípulos como tinham maior afinidade com o Mestre, tomaram a liberdade para perguntarem o significado da parábola, enquanto os outros ficaram sem entender nada.
Agora leia a introdução da lição e comente sobre o conteúdo da mesma. Lembre-se de falar sobre o simbolismo espiritual do sal e da luz.
O Sodoma e Gomorra.
Pergunte aos alunos: Ao comparar o valor do sal na conservação de uma carne com o valor do cristão para este mundo, responda: O que seria do mundo sem os cristãos?
Estaria melhor?
Estaria igual?
Ou já teria sido julgado pelo Senhor?
O cristão como sal tem também poder de influenciar positivamente a sociedade através de uma vida moldada na palavra de Deus. Isso acontece porque uma pessoa que se torna agradável a Deus conseqüentemente tornar-se-á simpática aos que o cercam.
O cristão como luz: Luz fala de caráter. Assim como a luz se manifesta em meio às trevas, o nosso caráter também é notado por aqueles que nos rodeiam.
- Pois estamos rodeados de uma grande nuvem de testemunhas ( Heb. 12.1).
Se procedermos bem, seremos reconhecidos, mas se agirmos inconvenientemente seremos criticados, marginalizados e desprestigiados.
1. JESUS E SEU DISCURSO SOBRE OS VALORES DO SAL.
a) – Pergunte aos alunos sobre a importância do sal na cozinha de suas casas. Ao citarem a importância do sal, faça com que eles reflitam sobre o assunto, com outra pergunta:
- Pensando na utilidade do sal para o tempero dos alimentos, onde o sabor é realçado tornando a comida mais apetitosa, vocês acham que suas presenças são agradáveis as pessoas com as quais convivem?
1.1. Como o sal era visto pelos antigos.
a) – Além de um ingrediente indispensável na cozinha se usava também até mesmo nos ofícios religiosos (Confira os textos bíblicos da lição e comente sobre o que significava o sal nas diversas situações em que era usado).

1.2. O sal não cura a corrupção, mas influi na sua prevenção.
a) – Uma carne em estado de putrefação não se torna sadia com a colocação do sal.
- O cristão como sal, com suas propriedades preservadoras não tem como mudar o estado corrupto de ninguém, mas pode conduzi-lo a quem tem poder para curá-lo.
b) – Contudo, com a colocação do sal evita que a carne se decomponha.
- O cristão pode prevenir a sociedade da decomposição moral e espiritual através do seu caráter e da pregação do evangelho.
1.3. Nem todos podem ser considerados como sal.
a) – Porque o comentador da lição afirma que nem todos podem ser considerados como sal? Para entender melhor, veja porque Jesus criticava os religiosos do seu tempo. Era justamente por causa da falsa aparência. Até aparentavam piedade Mas interiormente eram como víboras. A partir desse exemplo, concluímos que nem todos que professam o nome de Cristo são verdadeiramente cristãos.
2. JESUS AFIRMOU QUE O SAL PODE PERDER O SEU SABOR.
a) - O sal é um produto que pode se degenerar, perder o sabor e não surtir os efeitos esperados. Da mesma forma é o cristão. Se não seguir os conselhos de Cristo, hoje, ele pode estar contribuindo para o reino de Deus, e amanhã estar prestando um desserviço.
2.1. E se o sal for insípido, com se há de salgar?
a) Pergunte a classe: O que aconteceria se alguém de vocês tivesse no deserto do Saara cuidando de bastante carne e de repente percebesse que não tinha sal e nem sistema de refrigeração que pudesse conservá-la? Que sufoco! Assim é a sociedade em que vivemos; se perdermos o poder preservador, quem poderá fazer isso?
2.2. Sal que não tempera só presta para ser jogado fora.
a) Isso é natural. O ser humano não detém a posse de algo que não lhe traz algum benefício. Ninguém quer perder tempo com algo imprestável.
Pergunte aos alunos: Vocês estão sendo úteis como cristãos; no lar, na escola, na igreja, no trabalho e nos demais ambientes onde vivem?
2.3. O sal não tem que ter apenas aparência, tem que agir.
a) A aparência só tem efeito acompanhada das qualidades morais, éticas e espirituais. Com a aparência podemos enganar as pessoas, mas apenas por pouco tempo. Depois que a máscara cair o prejuízo do descrédito será bem maior.
3. JESUS DESTACOU AS FUNDAMENTAIS IMPORTÂNCIAS DO SAL.
3.1. O sal preserva.
a) – O poder de preservação do sal é o mais importante. Creio que a questão de sabor fica em segundo plano, pois o sabor é algo que nos acostumamos fácil. Se nós como cristãos estamos fazendo o máximo para preservar o nosso semelhante da corrupção mundana, não importa se em algum momento nos tornamos indesejáveis. Jesus para salvar a humanidade não conseguiu ser agradável a todos.
3.2. O sal é valioso e importante.
a) – Não importa se as pessoas não te valorizam como ser humano ou mesmo cristão. Reconheça que você tem muito valor para Deus e para o mundo, e que Deus precisa de você para fazer este mundo melhor.
3.3. O sal deve atender a uma expectativa divina.
a) – Deus nos chamou para trabalhar com dedicação, amor e determinação. Quando chamou Pedro para ser pescador de homens, o repreendeu quando ele percebeu que o mesmo queria retornar a velha profissão de pescar peixes; disse também que aquele que pega no arado e olha para traz não está apto para o reino de Deus.
4. JESUS AFIRMOU QUE SEUS DISCÍPULOS ERAM A LUZ DO MUNDO.
4.1. A luz foi feita para iluminar.
a) A luz é tão importante que para criar o mundo Deus teve que primeiro criar a luz. Com a luz podemos enxergar o caminho que estamos seguindo; podemos trabalhar tranquilamente; apreciar as belezas que nos cercam; perceber os perigos que nos ameaçam; etc.

4.2. Os crentes são refletores, não estrelas.
a) A lua e os astros não possuem luz própria. A luz que elas emitem é o reflexo do sol. O cristão não possui luz própria, mas o reflexo do sol da justiça (Mal. 4.2) que é Cristo. Certa vez Ele disse: “Eu sou a luz do mundo...” Jo. 8:12.
4.3. Sal e luz, uma combinação perfeita.
a) É como o feijão e o arroz para os tocantinenses! Uma combinação perfeita que só traz benefícios quando utilizados com moderação.
- Você é sal. Portanto lembre que sal se usa com moderação.
- Luz demais causa irritação aos olhos.
CONCLUSÃO: O cristão tem como obrigação fazer a diferença no meio em que vive. Precisa deixar que a luz do caráter de Cristo ilumine este mundo tenebroso.
Conta-se uma ilustração que certo dia enquanto estava no auge de uma guerra, um soldado por no Alexandre fugiu da batalha por medo, mas foi capturado e levado para Alexandre o Grande (Que era seu comandante). Ao ser apresentado, Alexandre o Grande perguntou ao soldado: Qual é o seu nome? – Alexandre! Respondeu o soldado todo trêmulo. – Disse o comandante: Você precisa mudar de nome ou mudar de caráter.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

FIM DO MUNDO EM 2012 – REALIDADE OU FICÇÃO?


Poucas pessoas demonstram interesse em se prepararem para o fim do mundo, no entanto, a maioria se preocupa em saber como e quando isso acontecerá. Os próprios discípulos de Jesus se preocuparam em saber quando seria o fim do mundo, quando perguntaram ao Mestre: “Dize-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo?” Mat. 24:3.

A preocupação de como o mundo findaria foi algo que incomodou também os descendentes de Noé. Os semitas que haviam povoado o vale da terra de Sinar, hoje Iraque, sabedores de que o mundo anterior a Noé havia chegado ao fim com uma grande inundação, e não dando crédito ao pacto que Deus havia feito com Noé (Gen.911) de que jamais destruiria o mundo com água, resolveram se prepararem para um possível dilúvio que acabaria trazendo o fim do mundo; para isso, começaram a construir uma cidade e uma torre que pudesse tocar aos céus; assim acreditavam que poderiam escapar de outro possível dilúvio. Assim, o mundo acabaria, mas eles não.

A preocupação com o fim do mundo e como seria esse processo levaram alguns religiosos e estudiosos a marcarem datas como: a volta de Jesus em 1844, o fim do mundo nos anos de 999 e 1.999. Muitos por não conhecerem a palavra de Deus e baseados nos agrafas, onde se diz: “Mil anos chegará, mas dois mil não interará”, começaram anunciar o fim do mundo para o ano de 1999. Agora recentemente, profissionais do cinema aproveitaram uma teoria Maia, para através do filme “2012”, tentar lucrar com a ingenuidade de muitos, ao abordar um tema sério, mas com idéias errôneas.

Segundo a Palavra de Deus, cremos que este mundo físico em que vivemos terá o seu fim por meio de um processo bastante diferente do que é ilustrado hoje nas telas dos cinemas.

Para alguns céticos o mundo acaba para quem morre, ou seja, para eles a história de que o mundo acabará um dia é pura fantasia. Para outros, digo estudiosos, o mundo será destruído pelo próprio homem. Seja qual for a ideologia humana, Deus já determinou quando e como Ele irá destruir este mundo. E isso acontecerá não somente com o globo terrestre, mas com todo o universo, inclusive os céus.

Como Deus dará cabo a este e outros planetas que formam o universo?
Existe na Bíblia uma seqüência de eventos sobrenaturais e naturais catastróficos que precederão o momento final. Não quero aqui pormenorizá-los, devido haver entre os evangélicos muitas linhas de interpretação escatológica, contudo, citarei alguns eventos que antecederão o fim do mundo. Para melhor entender transcrevo as palavras do próprio Jesus quando interrogado pelos seus discípulos, como segue: “Acautelai-vos, que ninguém vos engane; porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos. E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. Mas todas estas coisas são o princípio de dores. Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome. Nesse tempo muitos serão escandalizados, e trair-se-ão uns aos outros, e uns aos outros se odiarão. E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos. E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará” Mt. 24:4-12.

Além desses sinais, acontecerão os seguintes eventos: Arrebatamento da Igreja, a grande tribulação, a vinda de Cristo em glória, prisão de satanás, a implantação dos mil anos de Paz na terra, o juízo final, condenação e lançamento dos ímpios, satanás e seus anjos no lago de fogo.

Esses foram os sinais e os eventos escatológicos que antecederão o fim do mundo, ou seja, que indicarão a proximidade do fim.

Quando isso se sucederá?
Pessoas do mundo inteiro se encontrassem com Jesus hoje, repetiriam a mesma pergunta dos discípulos dirigida a Jesus. Quando tudo isso vai acontecer?
A resposta seria: O tempo é incerto e nenhum ser humano pode prever data. O próprio Jesus disse: “Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, mas unicamente meu Pai. E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca,
E não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem” Mat. 24:36-39. Quando Jesus disse essas palavras, estava se referindo a sua volta, ou arrebatamento da Igreja, e não ao fim do mundo. Isso deixa claro que na seqüência de eventos finais não acontecerá o fim do mundo antes da volta de Jesus.

A outra pergunta é: Como se dará o fim do mundo? Olha o fim do mundo não irá acontecer da forma que muitos imaginam; o homem se autodestruindo. Se Deus é quem formou o universo, somente ele poderá trazer o seu fim. Por isso não precisa ninguém temer as bombas atômicas nas mãos de países que apóiam o terrorismo e nem com a forma do homem lidar com o meio ambiente, pois qualquer uma dessas coisas apenas agrava o sofrimento do planeta, mas, jamais o seu extermínio. Quem dará cabo de todo o universo será o Deus todo-poderoso. Eis o que as sagradas Escrituras têm registrado sobre esse dia:

O profeta Malaquias escreveu: “PORQUE eis que aquele dia vem ardendo como fornalha; todos os soberbos, e todos os que cometem impiedade, serão como a palha; e o dia que está para vir os abrasará, diz o SENHOR dos Exércitos, de sorte que lhes não deixará nem raiz nem ramo”Mal. 4:1. Apóstolo Pedro em sua segunda carta disse: “Mas os céus e a terra que agora existem pela mesma palavra se reservam como tesouro, e se guardam para o fogo, até o dia do juízo, e da perdição dos homens ímpios. Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra, e as obras que nela há, se queimarão. Aguardando, e apressando-vos para a vinda do dia de Deus, em que os céus, em fogo se desfarão, e os elementos, ardendo, se fundirão?” II Pe. 3:7, 10 e 12.
Prezado leitor, esta é a verdade sobre o fim do mundo, o mais é especulação, produto do ceticismo e filosofias humanas. Por isso não se preocupe com datas e fórmulas para o fim do mundo; leia a Bíblia sagrada e ela te tornará sábio, capaz de discernir as coisas que Deus revelou ao homem.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

AÇÃO DE GRAÇAS – RECONHECENDO A DEUS PELOS SEUS BENEFÍCIOS

Esboço para Sermão

Texto: (I Tes. 5:18) Em tudo dai graças, porque esta é
a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco”.

INTRODUÇÃO: Os benefícios de Deus foram a força que nos impulsionara a estarmos aqui neste momento com dois objetivos principais: Louvá-lo pelo que ele é, e prestar-lhe um culto de ação de graças por todos os seus benefícios. Pois, só ele é digno de todas as honras e todas as glórias.

I – O SER HUMANO É INGRATO POR NATUREZA. VEJAM ESTE EXEMPLO
1.1. Os dez leprosos (Lc. 17:17)

II – AÇÃO DE GRAÇAS - A VONTADE DE DEUS PARA NOSSAS VIDAS
1.1. Aos israelitas (Festa das Semanas) Ex. 34:22.
1.2. A todos os cristãos. I Tes. 5:18

III – NO CULTO DE AÇÃO DE GRAÇAS O CRISTÃO:
1.1. Reconhece que tudo pertence a Deus.
(Sal. 24:1) “DO SENHOR é a terra e a sua plenitude, o mundo e aqueles que nele habitam”.
1.2. Reconhece o favor divino.
(Sal.127:1) “SE o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela”.

CONCLUSÃO: Tudo que somos e temos devemos em primeiro lugar a Deus que do céu abençoa o seu povo, inclusive os maus e ingratos (Mat. 5:45) “Porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos”.
Diante de tantas bênçãos recebidas da parte de Deus seria muita ingratidão não reconhecê-lo
das formas que ele mais se agrada que foi esta ação que acabamos de realizar neste momento.
Que todos tenham sempre o discernimento espiritual para reconhecer os favores divinos e a humildade para sempre estar disposto a agradecê-lo.


Pregado em 22/12/08
Culto Ação de Graças
Irmã A. Clara

O PIOR POLÍTICO DE TODOS OS TEMPOS

Estamos no auge (09/08) das campanhas eleitorais para os cargos de prefeitos e vereadores, e talvez você comece a se lembrar daquele político que administrou o seu município durante quatro anos levando-o ao estado de extrema miséria; ao deixar as ruas esburacadas, funcionalismo sem receber seu salário, fornecedores a ver navios, alunos sem a merenda escolar, hospitais sem médicos e medicamentos, enfim, um patrimônio condenado a sofrer as conseqüências de sua corrupção e descaso. Contudo isso que você possa estar imaginando, poço afirmar que o pior político de todos os tempos não é esse aí que usou de má fé para com o seu eleitorado. Claro que não! Refiro-me a outro político.
Se você não sabe, o pior político de todos os tempos chama-se SATANÁS. Por pior que o ser humano possa ser, jamais podemos compará-lo, tendo em vista tanto mal que ele vem causando a humanidade.
A própria palavra “SATANÁS” no hebraico (Língua original da Bíblia) quer dizer, ADVERSÁRIO.
A Bíblia deixa claro em seus registros que a partir do momento em que ele deixou que o orgulho tomasse conta do seu ser, passou a partir daí, a reunir os anjos, com o objetivo de usurpar o trono de Deus. Daí em diante, se tornou o maior adversário de Deus e de todas as suas criaturas, e com as suas estratégias, tem procurado seduzir o maior número de pessoas a filiar ao seu partido.
Talvez o caro leitor fique a se perguntar: Como Deus sendo tão bom veio a criar um ser tão maligno assim?
Creio que esta pergunta tem sido feita por muitas pessoas espalhadas pelo mundo afora. Mas, a verdade, é a de que tudo o que Deus fez foi muito bom; jamais Ele faria um ser tão ruim assim para trazer ruína a todo o resto da criação.
Sabe o que diz a Bíblia a respeito de satanás quando Deus o criou? Segundo a descrição do Profeta Ezequiel ele pertencia a mais alta categoria de anjos e que o seu aspecto físico sobressaia a todos eles, pois de si irradiava uma grande luz, e a sua beleza e formosura sobressaia a toda a corte angelical como se vê a seguir: “Assim diz o Senhor DEUS: Tu eras o selo da medida, cheio de sabedoria e perfeito em formosura. Estiveste no Éden, jardim de Deus; de toda a pedra preciosa era a tua cobertura: sardônia, topázio, diamante, turquesa, ônix, jaspe, safira, carbúnculo, esmeralda e ouro; em ti se faziam os teus tambores e os teus pífaros; no dia em que foste criado foram preparados.
Tu eras o querubim, ungido para cobrir, e te estabeleci; no monte santo de Deus estavas, no meio das pedras afogueadas andavas” (Ezequiel 28:12-14.
Esta alegórica profecia direcionada ao rei de tiro mostra claramente o quanto LÚCIFER era portador de tantos privilégios, e nos versos 15 a 17 mostra, que por se envaidecer, deixou que o orgulho o dominasse a ponto de se rebelar contra a autoridade do Deus Todo Poderoso. O profeta Isaias, traça o mesmo perfil ora descrito por Ezequiel e mostra como sofreu as cosequencias de sua rebelião ao ser precipitado na terra; com as seguintes palavras: “Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniqüidade em ti.
Na multiplicação do teu comércio encheram o teu interior de violência, e pecaste; por isso te lancei, profanado, do monte de Deus, e te fiz perecer, ó querubim cobridor, do meio das pedras afogueadas. Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; por terra te lancei, diante dos reis te pus, para que olhem para ti”.
O Profeta Isaias ao descrever a ruína de satanás após a sua rebelião contra o Senhor diz: “Como caíste desde o céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste cortado por terra, tu que debilitavas as nações! E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, aos lados do norte. Subirei sobre as alturas das nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo. E, contudo levado serás ao inferno, ao mais profundo do abismo” (Is.14:12-150).
No livro de Apocalipse (12:4) o Apóstolo João descreve uma visão concedida por Deus, em que esse arquiinimigo de Deus é jogado do céu e com ele a terça parte dos anjos, que com suas astúcias havia conseguido afilia-los ao seu partido. E diz mais: “E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele (Apocalipse 12:9)”.
Agora que já sabemos como era o pior político de todos os tempos quanto ao seu estado original, vamos conhecer o seu verdadeiro caráter e quais são os seus objetivos após conquistar o seu coração.

PORQUE COMPARAR SATANÁS A UM POLÍTICO?

O título concedido a esse ser neste texto não veio por acaso, nem tive a insensatez de fazer deste título uma brincadeira. Pelo contrário, foi para mostrar que como principal governante deste sistema mundano, utiliza-se de estratégias jamais usadas até mesmo pelos piores políticos que a história já registrou.
Para que fique bem claro que a idéia de que satanás se encaixa perfeitamente no perfil político precisamos conhecer a definição da palavra “POLÍTICO”, “(gr. Politikos) relativo ou próprio da política”; esta por sua vez significa “ciência do governo dos povos” (1).
Se o político é alguém investido de alguma forma, de certa autoridade no governo, na esfera espiritual satanás é um deles, e isso fica provado em suas próprias palavras conforme registrado pelo Evangelista Lucas: “E o diabo, levando-o a um alto monte, mostrou-lhe num momento de tempo todos os reinos do mundo. E disse-lhe o diabo: Dar-te-ei a ti todo este poder e a sua glória; porque a mim me foi entregue, e dou-o a quem quero” (Lucas 4:5 e 6).
O Apóstolo Paulo ao escrever aos cristãos de Corinto declara: “...nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus” (II Corintios 4:4).
Deu para perceber que no Evangelho de Lucas o próprio diabo se diz governante dos reinos do mundo, e que na carta aos coríntios Paulo afirma que satanás é o deus deste século? Portanto, não resta mais dúvida; satanás é realmente um político, e como prova disso todos nós (Aqueles que estudam a Bíblia) constatamos o quanto os segmentos da sociedade, a mídia em geral, as ciências, culturas, etc., inclusive a área religiosa estão afetadas com as suas maléficas influências demoníacas.

PORQUE ELE É O PIOR POLÍTICO?

Dentre muitos nomes associados ao seu caráter maligno está o de “APOLLYON” (grego) “ABADDON” (hebraico) que significa destruidor.
Que tipo de cidadão gostaria de eleger um político, que ao invés de dar continuidade ao progresso do seu município ou pais, o levasse a uma literal destruição?
Muitos por não examinar as escrituras sagradas, não percebem as eminentes conseqüências com as quais estão a se depararem pelo motivo de darem ouvidos aos seus enganos. Pois uma das atividades do diabo é a de enganar as nações como escreveu o Apóstolo João: “E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele” (Apocalipse 12:9).
Veja como neste texto ele é chamado de antiga serpente, pois foi personificado em uma serpente que ele conseguiu através do engano, induzir o primeiro casal ao pecado e conseqüentemente à morte e todas as conseqüências inerentes a ela.
Depois de satanás deixar com que o orgulho o dominasse de tal forma a fazê-lo rebelar-se contra a soberania de Deus, ele jamais se firmou na verdade, e desde então, revoltado por ter os seus planos frustrados e conseqüentemente recebido a pior sentença que alguém poderia receber; vêm de todas as formas, tentando vingar de Deus, causando males as suas criaturas. Jesus, se referindo ao que satanás vem causando ao ser humano diz: “O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir...” (João 10:10).
Esse inimigo cruel que bate a porta do seu coração disfarçado de ovelha, mas que no seu interior é um lobo devorador, normalmente aparece como o político maquiavélico de nossos dias tentando aproveitar da ingenuidade daqueles que não encaram as realidades da vida com certa prudência. Depois de conquistar o coração do indivíduo com a poderosa arma que é a sedução (Termo que significa: enganar, corromper por meio de insinuações ou falsas promessas; persuadir à prática do mal ou ao desvio dos bons costumes; fazer cair em erro ou culpa) (2), o diabo leva-o a um estado de extrema ruína. Rouba-lhe a paz, destrói suas amizades, tira-lhe os bens, destrói a sua vida e ainda lhe conduz para o inferno, lugar que foi preparado para ele e seus anjos. Portanto, pegue os conselhos do Apóstolo Pedro que diz: “Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar” (I Pedro 5:8).
Amigo leitor, provavelmente você é uma pessoa que quer o melhor para o lugar em que você mora, por isso sempre se preocupa em conhecer o perfil do candidato que pretende escolher para proporcionar dias melhores para a sua sociedade, isso é muito bom, pois todos nós queremos viver dias melhores. Pensando nisso, não seria motivo de maior preocupação o nosso futuro eterno? Saiba que estar afiliado ao partido de satanás é estar no mesmo barco (Lago de fogo) com ele para toda a eternidade.

Anotações bibliográficas:
(1) – LAROUSSE ÁTICA – Dicionário da Língua Portuguesa –1ª Ed. 2001 – São Paulo –SP.
(2) - FERREIRA, Ivone – Livro de Actas – 4º SOPCOM – Universidade da Beira Interior

O CRISTÃO DIANTE DOS PROBLEMAS

No decorrer da minha vida como cristão tive que deparar com situações adversas, a ponto de experimentar uma situação de abatimento. Nessa ocasião, houve alguém que por motivo de ingenuidade e má informações, chegou a afirmar que o crente não poderia ser acometido de depressão, pois já tinha ouvido falar que essa doença tinha origem diabólica.
Essa idéia de que o cristão não pode chegar a um estado depressivo ou sofrer algum tipo de abatimento ao deparar-se com problemas aparentemente insolúveis sempre surge na mente de muitos que não tiveram a oportunidade de serem submetidos a duras provas.
Com respeito a essas afirmações de que o cristão verdadeiro não pode ser acometido de um estado de abatimento emocional, pergunto: essas pessoas possuem alguma sustentação bíblica para tais argumentos, ou firmam-se apenas em teorias humanas? Para mostrar o engano desses que fazem tais afirmações convido o caro leitor para conferir na Bíblia sagrada, fatos ocorridos na vida de grandes personagens da história sagrada, e o que tais circunstâncias vieram causar no estado emocional dos mesmos.
Ao falar de sofrimento, o que primeiro vem à mente da maioria dos leitores da Bíblia são os nomes de grandes personagens: Do velho testamento (JÓ) e do novo (JESUS CRISTO) o maior e mais importante.
Ao referir a Jó, lembramos em primeiro lugar do seu sofrimento e paciência que demonstrou diante da calamitosa situação que teve de enfrentar. Entretanto, houve momentos em sua vida, que se sentiu acuado com tanto sofrimento que chegou a dizer: “A minha alma tem tédio da minha vida; darei livre curso à minha queixa, falarei na amargura da minha alma” Jó 10.1.
O sofrimento na vida desse homem de Deus foi tão cruciante, que ele sentiu grande amargura na sua alma. Em outras palavras, ele preferia em seu ânimo à morte a viver. Era o estado de quem se encontrava com certo grau de depressão. Elias, um grande profeta de Deus, que após ter saído fugindo da má Jezabel; moído pelo cansaço, fome e sede, e atormentado pelo medo, disse: “Já basta, ó Senhor; toma agora a minha vida, pois não sou melhor do que meus pais” I Reis 19.4. Elias como profeta de Deus, poderia não ter chegado a tal extremo, pois bem conhecia o Deus que servia e o que ele era capaz de fazer por quem ele ama. Mas, como nós (Humano), ele enfrentava as mesmas fraquezas nossas, como por exemplo, ser tentado a duvidar do cuidado que Deus tem para com os seus.
No novo testamento temos como maior exemplo em tudo, o próprio Jesus. Ele foi moído pelos nossos pecados, a sentença de morte imposta por Deus como punição pelo pecado dos homens recaiu sobre o inocente Jesus que se ofereceu para morrer em nosso lugar. E esse preço ficou muito alto pra Ele, pois teve uma morte lenta e dolorosa. Nos momentos mais críticos de seu suplício Ele se sentiu abatido de tal forma, que pediu ao Pai que se fosse possível passasse dele aquele sofrimento.
Prezado leitor, qualquer um de nós está sujeito a sentir abatido em algum momento, pois somos humanos tendentes a ceder a imposições das circunstâncias.

QUAL DEVE SER A NOSSA ATITUDE DIANTE DA ADVERSIDADE?
Geralmente quase todas as pessoas quando se depara com algum problema procura em primeiro lugar o dinheiro, amigos e tudo que está ao alcance de sua vista tido como uma possibilidade. Porém, ao examinarmos a Bíblia sagrada deparamos com conselhos e exemplos maravilhosos legados por pessoas que tiveram grande afinidade com Deus, e que ao passar por momentos de sofrimento, valeram-se dos recursos divinos. Segundo suas declarações podem descobrir qual o segredo que garantiu a vitória a essas pessoas. Veja o que o salmista disse no momento difícil de sua vida: “Na minha angústia clamei ao Senhor, e me ouviu” Sl. 120:1.
Observou o que foi dito? CLAMEI AO SENHOR! Esse foi o segredo. O que você está fazendo? Correndo atrás de seus amigos, parentes, conhecidos e vizinhos para socorrê-lo? Já que seus recursos são poucos, porque não conta isso primeiro para Deus, clamando-o por socorro, nas madrugadas, com jejuns e oração?
Também é de um dos salmistas essa declaração: “Os que confiam no Senhor serão como o monte Sião, que não se abala, mas permanece para sempre” Sl.125.1. Observou qual o segundo segredo pelo qual os homens e mulheres de Deus foram vitoriosos? CONFIARAM EM DEUS! Seria isso o que você está fazendo? Ou está confiando nos bens que você possui; no seu diploma; nos seus entes queridos? Confiar inteiramente em Deus é entregar o seu problema a Ele e descansar enquanto chega com a resposta.
Agora veja o terceiro segredo do salmista: “Esperei com paciência no Senhor, e Ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor” Sl. 40.1. Então está aí os três segredos para você vencer o problema que o atormenta: CLAMAR, CONFIAR E ESPERAR A HORA DE DEUS. Se você já clamou, está confiante, agora é só esperar à hora de Deus agir. Existe um adágio popular que diz: “Deus tarda, mas não falha”; porém eu vos digo: Deus não tarda nem falha, Ele chega na hora certa. Você lêu (João 2.4) o que Jesus disse para Maria quando ela disse a Ele que o vinho havia acabado? “Mulher, que tenho Eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora.”
Prezado leitor, Deus jamais despreza aqueles que com humildade, confiança e perseverança o buscam na hora da provação. Você não está livre dos problemas, mas tem como se sair deles porque Deus te ama e quer o melhor para sua vida.

COMO ADQUIRIR VIGOR ESPIRITUAL

Enquanto estivermos neste corpo físico estaremos sujeitos a corruptibilidade, como: Rugas, cansaço, fraqueza, perca da capacidade de quase todas as nossas faculdades, etc.
Todas essas deficiências são sintomas apresentados pela ação dos anos sobre o nosso corpo físico e que nos incapacitam de realizarmos certas atividades e mantermos o mesmo desempenho que apresentávamos quando ainda jovem.
Salomão apresenta uma descrição detalhada das características de uma pessoa idosa e convida o jovem, para lembrar-se de Deus em sua juventude, com as seguintes palavras: “Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento; antes que se escureçam o sol, e a luz, e a lua, e as estrelas e tornem a vir as nuvens depois da chuva; no dia em que tremerem os guardas da casa, e se curvarem os homens fortes. E cessarem os moedores, por já serem poucos, e se escurecerem os que olham pelas janelas; e as duas portas da rua se fecharem por causa do baixo ruído da moedura, e se levantar à voz das aves, e todas as vozes do canto baixarem; como também temerem o que está no alto, e houver espantos no caminho, e florescer a amendoeira, e o gafanhoto ser um peso, e perecer o apetite; porque o homem se vai à sua eterna casa, e os pranteadores andarão rodeando pela praça; antes que se quebra a cadeia de prata, e se despedace o copo de ouro, e se despedace o cântaro junto à fonte, e se despedace a roda junto ao poço. E o pó volte a terra, como era, e o espírito volte a Deus, que o deu (Ecles. 12:1-7).
Esse processo de envelhecimento com suas implicações apresentadas pelo sábio são irreversíveis. Por mais que a pessoa queira, e a ciência descubra remédios, métodos e outros recursos com o objetivo de retardar os aspectos físicos provenientes do envelhecimento, jamais conseguirá evitá-los um dia. As cirurgias plásticas e outros recursos descobertos pela ciência médica têm melhorado a aparência física e o estado psicológico de muitas pessoas; porém, as pessoas submetidas a tais tratamentos, um dia chegarão a conclusão de que não resta mais nada a fazer no sentido de deter as reações dos anos sobre o seu corpo, até que por fim venha a morte. Portanto, o nosso homem exterior está condenado por natureza, ao envelhecimento e suas conseqüecias a menos aqueles que morrem em sua infância e juventude. No entanto, para os servos de Deus, tem uma promessa encorajadora nas Escrituras sagradas: “Por isso não desfalecemos: mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia” 2 Co. 4:16
Biblicamente o homem interior (Vida espiritual) é a única parte do nosso ser que não está sujeita a corruptibilidade causada pela idade.
O profeta Isaias apresenta um contraste entre a pessoa jovem sem Deus, e a idosa serva de Deus, quando escreve: “Os jovens se cansarão e se fatigarão, e os jovens certamente cairão. Mas os que esperam no Senhor renovarão as suas forças e subirão com asas como águias; correrão e não se cansarão; caminharão e não se fatigarão” Is. 40:30 e 31.
Que promessa alentadora esta! Você já imaginou depois de velha, ter forças para fazer coisas que os novos fazem? E mais importante ainda, porque se trata de forças espirituais para vencermos as lutas e provações do dia a dia.
As pessoas quando pretendem melhorar seu preparo físico procuram a orientação de um especialista. O profeta, antes que alguém o procurasse, enfatizou que para obter vigor espiritual é necessário ESPERAR NO SENHOR.
Essa fórmula aparentemente simples tem sido para muitos, como algo difícil de ser seguido; isso porque, esperar quando tudo está bem para o nosso homem exterior, é fácil, mas, quando a pessoa se encontra em um beco sem saída; a maioria prefere insistir tentando os recursos papáveis e visíveis. O que termina muitas vezes, por piorar a situação.
A falta de paciência quando se espera pelo cumprimento da promessa de Deus constitui-se numa demonstração de desconfiança nEle. Pois, ao invés de confiar, a pessoa passa a duvidar da onipotência, da onisciência, do amor e do cuidado que Deus tem para com aqueles a quem Ele ama. A falta de paciência em aguardar a hora de Deus agir em nossas vidas pode constituir grave pecado de orgulho espiritual (Sentimento de independência). O rei Saul, primeiro rei de Israel foi rejeitado por Deus para não ser mais o rei de Israel justamente porque não teve a paciência para aguardar a chegada do Profeta Samuel para oferecer o sacrifício. Percebeu como o fato de não esperar em Deus pode trazer conseqüências desastrosas para a nossa vida?
Para esperar no senhor quando tudo vai de mal para pior é necessário o cristão ter grande afinidade com Deus e certa maturidade espiritual. Caso contrário, ele fracassará. Mas para aqueles que confiam no Senhor e espera por Ele, jamais será decepcionado.
O cristão que tem suas forças renovadas passa a enxergar os problemas de um prisma diferente. Antes os via como montanhas à sua frente, agora, como águia; os vê embaixo dos seus pés. O que era como grandes montanhas, agora são vistos como uma planície.
Em Deus nos rejuvenescemos. E rejuvenescidos, temos forças para enfrentarmos os problemas com fé e esperança – jamais recuamos diante deles. Faremos como o atleta que corre sem se esmorecer na direção do prêmio que está à sua frente.
Não desista. Creia e espere em Deus e Ele fará de você um vencedor!

COM DEUS NÃO SE BRINCA

Em meio a tantos questionamentos e manifestações contrárias a existência de Deus, tenho percebido como a insensatez permeia na mente de tanta gente neste mundo. Pessoas, que por algum motivo, ignorância ou exibicionismo, banalizam o nome de Deus, como se Ele não existisse. Ou quem sabe, por achar que o Deus dos evangélicos seja igual aos demais espalhados por todo o mundo, feitos de barro, madeira, papel, e ou qualquer outra matéria reciclável. Tais pessoas traem suas próprias convicções simplesmente para satisfazer seu orgulho e vaidade, sem pensar nas conseqüências futuras.
Diante de tantas formas de negação da existência de Deus, quero deixar claro – Deus existe e não aceita desafios. Um dia Ele chamará todos diante dEle para o acerto de contas que está reservado para o dia do juízo. Mas, para que você saiba que Deus é soberano e julga com justiça o culpado, mesmo nesta vida; deixo neste artigo, algumas lições que a história tem registrado.
Para começarmos nosso passeio no mundo dos insensatos quero começar contando uma pequena história sobre Nabucodonosor, rei de Babilônia, conhecido no mundo inteiro pelas suas realizações; como por exemplo, os jardins suspensos de Babilônia, contados como uma das sete maravilhas do mundo antigo. Nabucodonosor, empolgado com tanto poderio e fama espalhados pelo mundo, encantado com tanta imponência e beleza de sua cidade, disse certo dia:”NÃO É ESTA A GRANDE BABILÔNIA QUE EU EDIFIQUEI PARA A CASA REAL, COM FORÇA DO MEU PODER E PARA A GLÓRIA DA MINHA MAGNIFICÊNCIA?” Dan. 4:30
Sua arrogância e orgulho haviam chegado ao ponto mais elevado, pois ousou tomar para si, a glória que devia ser dada ao Deus todo-poderoso (Pois jamais faremos alguma coisa se Deus não nos ajudar), mas, como Deus não dá a sua glória a ninguém, tão pouco, deixa que suas criaturas O escarneça; naquela mesma hora decretou a sua sentença, quando uma voz caindo do céu disse: “PASSOU DE TI O REINO. E SERÁS TIRADO DENTRE OS HOMENS, E A TUA MORADA SERÁ COMO OS ANIMAIS DO CAMPO; E FAR-TE-ÃO COMER ERVA COMO OS BOIS, E PASSAR-SE-ÃO SETE TEMPOS SOBRE TI; ATÉ QUE CONHEÇAS QUE O ALTÍSSIMO TEM DOMÍNIO SOBRE OS REINOS DOS HOMENS E OS DÁ A QUEM QUER” Dan. 4:31ª e 32.
Depois de alguns anos algo surpreendente aconteceu com o rei Belsazar, sucessor de Nabucodonosor. Certo dia enquanto festejava com seus amigos, mulheres e concubinas, mandou trazer os utensílios do templo que Nabucodonosor havia trazido do templo de Jerusalém e começou a profaná-los utilizando-os em suas orgias (Dan. 5). Naquele ínterim, enquanto estavam esquentados pelo vinho, uma mão misteriosa apareceu na parede daquela sala lavrando a sua sentença. Naquela mesma noite o seu reino foi invadido pelos persas.
Outro caso que serviu de exemplo foi o de Herodes Agripa. Certa vez, quando na tribuna de um tribunal, dirigia a palavra, foi aplaudido pela multidão que dizia: VOZ DE DEUS, E NÃO DE HOMEM. E por ele não direcionar aquelas glórias que recebia do povo, para Deus, o anjo do Senhor o castigou, e naquela mesma hora morreu comido de bicho.
Recentemente, outros fatos semelhantes aconteceram:
NIETZSCHE, em seus livros: “ Assim Falou Zaratustra” e “A Gaia da Ciência” colocou na boca de dois de seus personagens, a mensagem de que ele havia matado Deus. Resultado: Nietzsche morreu louco.
O TITANIC é uma das histórias mais conhecidas sobre a recompensa daqueles que ousaram desafiar a Deus. O ano era 1912 quando foi construído o maior e mais potente navio da história, até então. Empolgados com sua imponência, seus construtores ousaram desafiar a Deus, ao afirmarem, que nem Deus o afundaria. Para decepção tanto dos construtores, como dos meios de comunicação que divulgaram tal afronta, na sua primeira viagem ele bateu em um iceberg e naufragou.
JOHN LENNON disse que seu grupo musical era mais popular do que Jesus. Resultado: foi morto por um de seus fãs.
TANCREDO NEVES após ter sido eleito a Presidência da República, disse que nem Deus o impediria que ele subisse a rampa do Planalto.
Todos sabem o que lhe aconteceu. Foi acometido de uma misteriosa enfermidade que nem os melhores médicos dos Estados Unidos conseguiram curá-la. Resultado: Não subiu a rampa.

Diante de fatos como esses muitos céticos chegam a se expressarem das formas mais irreverentes possíveis, como certo indivíduo que em seu site chegou a dizer: “Aliás, que tipo de deus é este que vocês acreditam? Seria ele um deus que sofre de baixa auto-estima e precisa reagir violentamente sempre que provocado?...”
Expressões como essas nos deixam extremamente horrorizados e indignados, mas, ao mesmo tempo tristes, pois percebemos que a falta do conhecimento de Deus é a causa de tanta soberba e orgulho nos corações dessas pessoas. Palavras como essas de desrespeito e blasfêmia contra o Criador é a confirmação do que o Apóstolo Paulo escreveu dizendo que o deus deste século (diabo) cegou o entendimento dos incrédulos para que a luz do Evangelho não resplandeça sobre eles, e assim venham a cometer todo tipo de pecados contra Deus.
Prezado leitor, a reação de Deus em resposta as irreverências humanas, consiste no fato da manifestação de sua justiça retribuitiva ser automática as vezes que a sua santidade e soberania for atacada. Em outros casos, ele deixa para o dia do juízo final.
Deus é soberano, e por esse atributo ele governa o céu e a terra. Ele é o Deus dos deuses, o Senhor dos senhores; o Deus grande e poderoso (Dt. 10:14-17).
Sendo o nosso Deus soberano ele está perfeitamente certo ao reagir com rigor às manifestações de desrespeito a sua santidade e autoridade.
O fato da manifestação da justiça divina contra os rebeldes não compromete os seus atributos como bondade, nem mesmo traços da sua personalidade como o amor.
O objetivo do castigo ao infrator é o de fazer com que a sua soberania seja sempre reconhecida pela humanidade.
Prezado leitor, você já imaginou uma sociedade que não respeita as leis e as autoridades? Não seria um verdadeiro caos? Pois bem! Pior seria para este mundo se não houvesse um Deus para ser temido.

UM RECADO DO CÉU PRA VOCÊ

Transcorriam os quarenta dias em que Jesus havia morrido e ressuscitado, período em que por várias vezes aparecera aos seus discípulos.
No final desses quarenta dias ele reuniu os seus discípulos no Monte das Oliveiras para instruí-los acerca da pregação do Evangelho. Enquanto falava, seus discípulos perceberam que ele começava a subir. Enquanto ele se distanciava da terra, uma nuvem o encobriu das vistas de todos que se encontravam presentes.
Poço imaginar o quanto foi emocionante para seus discípulos, aquele momento!
Momento de alegria por ter a companhia de Jesus que havia ressuscitado, mas, de repente, perceberam que havia chegado o momento de deixá-los para retornar ao céu de onde viera. Creio que alguns até derramaram lágrimas pela partida do mestre, mas, enquanto estavam perplexos com aquela cena inédita, dois anjos apareceram para trazer-lhes uma notícia animadora que serviria de ânimo para continuarem a missão de testemunharem de tudo que havia acontecido a Jesus, de seus ensinos e de seus planos para com a humanidade. Quando disseram: “VARÕES GALILEUS, PORQUE ESTAIS OLHANDO PARA O CÉU? ESSE JESUS, QUE DENTRE VÓS FOI RECEBIDO EM CIMA NO CÉU, HÁ DE VIR ASSIM COMO PARA O CÉU O VISTES IR” Atos 1:11.
Diante de um mundo caótico como este com tanto sofrimento e desespero, muitas pessoas perderam a perspectiva de um futuro melhor; e na vontade de mudar o curso de suas vidas fizeram investimentos, dispuseram de bens, enfim, fizeram o impossível, mas, cada vez mais, seus problemas tem se agravado; chegando ao ponto de comprometer sua fé, ao descrer da existência de Deus e de que a promessa da vinda de Cristo não passa de uma fábula. Mas, Jesus jamais deixaria seus planos caírem por terra, pois foi para salvar o homem que ele veio a esta terra para morrer. E agora com tudo consumado retornou ao céu para aguardar a hora em que o seu pai (Deus) ordene que ele venha buscar aqueles que com paciência o aguarda para salvação. O próprio Jesus apareceu a João quando ele se encontrava exilado na ilha de Patmos e disse: “E EIS QUE CEDO VENHO, E O MEU GALARDÃO ESTÁ COMIGO PARA DAR A CADA UM SEGUNDO A SUA OBRA” Ap. 22:12.
Prezado leitor, não se esqueça desses recados vindos do céu, mas aguarde a vinda de Jesus com paciência, pois ao chegar ao céu jamais você se lembrará de tudo que já sofreu na terra.
Conta-se que certo pai de família partiu para uma longa viagem, deixando em casa seu filhinho inconformado.
O menino perguntava a mãe insistentemente quando seu pai retornaria, pois o pai havia dito apenas:
- Voltarei no próximo outono.
O filho era uma inocente criança, mas já sabia distinguir bem as estações do ano, que são bem definidas na Europa. Ele sabia que no outono caem as folhas amarelecidas das árvores e, por isso vigiava constantemente.
A mãe sabia que o filhinho estava contando os dias do retorno do pai, de quem também sentia muita falta. Todas as manhãs corria à janela para observar a mudança no tempo. Um dia percebeu:
- Mamãe, vejo que as folhas das árvores começaram a amarelar; será que está próximo o outono?
- Sim meu filho, o outono está próximo. O menino exultou de alegria. Queria preparar-se para receber o pai, e começou a tomar as providências para recebê-lo.
Ao referir à ocasião da sua volta disse Jesus que quando a figueira começasse a brotar, estaria próximo o verão (sua volta). E a figueira da qual se referiu Jesus é o Estado de Israel que ganhou autonomia política no ano de 1948, portanto, o que nos resta é estarmos preparados, pois a qualquer momento ele virá!

NATAL - UMA FESTA CRISTÃ OU INVENÇÃO PAGÃ?


O mundo cristão comemora no dia 25 de dezembro o natal de Jesus Cristo. Nesses eventos sempre estão presentes, dentre outras, o pinheiro, o papai Noel, presentes, luzes, panetones, etc. Ocasião em que cristãos sinceros, por desconhecerem as verdadeiras origens dos elementos que compõem este evento, comemoram como se estivessem fazendo algo agradável a Deus.
Neste espaço, quero que aqueles cristãos sinceros que jamais tiveram a intenção de associar às práticas pagãs, saibam como tudo começou.
Em primeiro lugar citarei como exemplo e como um ponto para reflexão, a data de 25 de dezembro, popularizada pelo mundo cristão.
JESUS NASCEU REALMENTE EM 25 DE DEZEMBRO?
Você sabia que segundo a maioria dos estudiosos da Bíblia Jesus não nasceu nessa data? Veja por quê: Em primeiro lugar, para a nossa análise, citarei duas passagens bíblicas. A primeira: “E ACONTECEU naqueles dias que saiu um decreto da parte de César Augusto, para que todo o mundo se alistasse (Este primeiro alistamento foi feito sendo Quirino presidente da Síria). E todos iam alistar-se, cada um à sua própria cidade. E subiu também José da Galiléia, da cidade de Nazaré, à Judéia, à cidade de Davi, chamada Belém (porque era da casa e família de Davi), A fim de alistar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida. E aconteceu que, estando eles ali, se cumpriram os dias em que ela havia de dar à luz. E deu à luz a seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem” (Lc.2:1-7.
Segunda: “Ora, havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho. E eis que o anjo do Senhor veio sobre eles, e a glória do Senhor os cercou de resplendor, e tiveram grande temor. E o anjo lhes disse: Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo: Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor. E isto vos será por sinal: Achareis o menino envolto em panos, e deitado numa manjedoura”(Lucas 2:8-12).
Diante do primeiro relato pergunto: O Imperador deixaria de decretar o recenseamento numa estação do ano em que as condições climáticas fossem favoráveis, para submeter seus súditos à situações cruciantes impostas pelo frio? Claro que não!
Segundo historiadores, astrônomos e metereologistas que estudaram o clima da Palestina na região em que a Bíblia aponta para o nascimento de Cristo, nessa época do ano (25 de dezembro) os termômetros chegam até 2.8 graus abaixo de zero, o que desfavorecia as condições para a realização do recenseamento decretado pelo Imperador César Augusto, bem como impossibilitaria a estadia dos pastores com seus rebanhos no campo, ao relento. Devido a esses fatores negativos, se confirma o que diz o TALMUDE judaico, na Palestina, em que afirma, que as ovelhas eram levadas para o campo no mês de março e trazidas para os currais no início de novembro.
Numa visita do Pastor Severino Pedro da Silva à Palestina, ele constatou que nessa data, os pastores mantêm seus rebanhos nos currais. Reafirmando, portanto, o que diz o Talmude, e a idéia de que Jesus nasceu em outra data e não em dezembro.
Qual seria então, a data precisa para o nascimento de Jesus, já que fica provado que não houve condições climáticas favoráveis para os fatos que coincidem com o relato do seu nascimento? Não existe. Para alguns historiadores um pequeno número de cristãos que viveram por volta do século III (A.D.) comemorava-se o natal de Jesus, no dia 06 de janeiro ou 25 ou 28 de março; na Palestina e no Egito, comemorava-se no dia 20 de maio. Existe quem acredita que ele tenha nascido no mês de setembro. Afinal, como o cristianismo adotou dia 25 de dezembro como a data oficial do nascimento de Cristo?
A data de 25 de dezembro foi estabelecida pelo Imperador Aureliano (Ano 275 A.D.), em caráter obrigatório como a data de se comemorar a “Natividade do Sol Invicto” .
A enciclopédia Barsa, Edições Melhoramentos, São Paulo, assim define: “O dia 25 de dezembro aparece pela primeira vez no calendário de Philocalus (354). No ano 245, o teólogo Orígenes repudiava a idéia de se festejar o nascimento de Cristo “como se fosse ele um faraó”. A data atual foi fixada no ano 440, a fim de cristianizar grandes festas pagãs realizadas neste dia: a festa mitráica (Religião persa, rival do cristianismo nos primeiros séculos), que celebrava o NATALIS INVICTI SOLIS (Nascimento do Vitorioso Sol), e várias outras festividades decorrentes do solstício do inverno, como a SATURNÁLIA em Roma e os cultos solares entre os celtas e os germânicos”.
QUAL SERIA A DATA MAIS PROVÁVEL?
Para uma boa parte de estudiosos da Bíblia, Jesus teria nascido no dia 14 de Abril (Mês de Nisã). Tais conclusões são resultantes de estudos com base em Exôdo 12, e informações paralelas que afirmam que o cordeiro pascal era sacrificado no dia do seu nascimento. Segundo informações extras bíblicas, os cordeiros que nasciam no dia 14 de Nisã (Abril) eram separados, e no ano seguinte, no mesmo dia, seria sacrificado. Partindo desta informação concluíram que Jesus, como o Cordeiro de Deus (E pascal, por ter morrido na época da páscoa), deve ter nascido no mesmo dia de sua morte.
A ÁRVORE DE NATAL
O pinheiro, como uma das figuras representativas do natal teve origem em Babilônia. Ela era a árvore predileta de Tamuz, filho de Ninrode e Semírames, os principais deuses babilônicos.
O natal babilônico ultrapassou a barreira do tempo e do espaço geográfico e já em Israel se observava esse culto pagão. Jeremias em seu livro escreve: “Porque os costumes dos povos são vaidade; pois se corta do bosque um madeiro, obra das mãos do artífice, feita com machado; Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova” (Jer.10:3 e 4).
Temos informações de que, na Roma antiga já se via esse costume, eles colocavam o pinheiro dentro de casa, com presentes e luzes para homenagear o deus mitológico Saturno.
O uso da árvore de natal veio para o Brasil trazido pelos alemães (Germânicos), na Idade Média. Na época do inverno eles colocavam árvores dentro de casa e as enfeitavam com maçãs com o objetivo de comemorar o aniversário de Adão e Eva, e era chamada de árvore do paraíso.
Hoje a árvore de natal sofreu várias transformações como o caso das maçãs que foram substituídas por bolas multicoloridas, a árvore passou a serem artificiais, as velas que eram usadas pelos babilônicos para homenagear o deus sol foram substituídas pelas luzes artificiais, etc.
O PAPAI NOEL
O bom velhinho que se apresenta de barbas brancas, saco às costas, vestido em um roupão de cores vermelhas e brancas, touca na cabeça e distribuindo presentes, é a representação de um deus do catolicismo por nome de São Nicolau de Mira, conhecido também como São Nicolau de Bari, padroeiro da Rússia, Noruega e Grécia. É também patrono dos guardas noturnos e dos coroinhas de Bari onde está sepultado.
Acredita-se que esse tal de Nicolau tenha nascido em Petra na Ásia Menor (Turquia) no século III e falecido no dia 06 de dezembro de 342 a. D.
Como acontece a todas as pessoas canonizadas pelo catolicismo, depois de atribuir a ele muitos milagres, a igreja resolveu canonizá-lo. Por causa disso tornou-se muito popular na Europa, e foi designado como protetor dos comerciantes, marinheiros, bem como o título de santo casamenteiro e amigo das crianças.
Como tudo sofre transformação neste mundo, a roupa do Papai Noel não deixou de sofrer suas mudanças. Dizem que até o final do século XIX a sua roupa era marrom. Acredita-se que o seu traje de inverno nas cores brancas e vermelhas, com um cinto preto foi adotado depois de um evento com fins publicitários realizado pela coca cola.
Os pais cristãos devem ensinar aos seus filhos a amarem a verdade e praticá-la. Apóstolo Paulo ao escrever aos irmãos da cidade de Éfeso, disse: “Por isso deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo; porque somos membros uns dos outros“(Ef. 4:25). Como o pai pode repreender o seu filho quando comete uma mentira, se ele ensina que o Papai Noel existe e a noite vai trazer o presente pra ele? Não seria correto, dizê-lo que aquele velho barrigudo vestido de vermelho e com um saco às costas é uma pessoa comum que se trajou daquela forma apenas para atrair as pessoas para o clima do natal? Temos que ter muito cuidado para não conduzir nossas crianças pelo caminho criado por satanás, que é a mentira. Caso contrário estará conduzindo-os, para uma série de outros pecados, pois um abismo sempre conduz a outro abismo, e por fim a condenação eterna. No livro de Apocalipse tem a seguinte advertência: “Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira” (Apoc. 22:15).
COMO VEIO O COSTUME DE DAR PRESENTES PELA OCASIÃO DO NATAL
O povo acredita que a troca de presentes pelos amigos, e a distribuição que o Papai Noel faz às crianças, tem como fonte de influência o fato dos magos terem levado presentes ao menino Jesus. No entanto, esse é mais um costume que os pagãos trouxeram para o nosso país e que conseguiram envolver até os cristãos verdadeiros.
Dizem que no Oriente Médio, mais precisamente na Palestina e da Babilônia (Iraque), quando o inverno chegava ao ponto máximo e a noite se tornava mais longa, as pessoas realizavam festas e costumavam trocar presentes. Os magos por sua vez, distribuíam presentes para as crianças mais pobres ou para as crianças recém-nascidas. Esse costume se tornou popular só que as datas se diferenciam de determinados lugares para outros. Como por exemplo; enquanto no Brasil esse costume é praticado em 25 de dezembro, em países que sofreram influência espanhola, fazem entrega no dia 06 de janeiro, data em que comemoram a festa dos reis magos; em outros países da Europa realizam-se no dia 06 de dezembro, dia dedicado ao São Nicolau.
UM MOMENTO PARA REFLEXÃO
Sabe-se que os cristãos do mundo inteiro, entram no mesmo embalo dos pagãos para comemorarem no dia 25 de dezembro, o nascimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Muitos compartilham dessas comemorações por motivo de desconhecerem a verdadeira fonte de inspiração para esse evento. A verdadeira inspiração para tudo isso nada mais é, do que a força do paganismo que impera no mundo, a ambição desenfreada do comércio e a intenção maligna de satanás de misturar as coisas profanas ao sagrado. Diante do que acabamos de ver, como tudo começou e se evoluiu, temos que pararmos um pouco e fazermos uma análise sobre o que devemos ou não fazer. Sabemos que o nascimento de Jesus foi importantíssimo para a humanidade, e que, se soubéssemos o dia exato do seu nascimento, teríamos muitos motivos para comemorá-lo, mas, não da forma que os pagãos comemoram; com perus regados ao vinho, mas com um grande culto de ações de graças. Nós não necessitamos de festas que misturam espiritualidade com carnalidade.
Jesus nasceu em nosso coração um dia, por isso o nosso homem interior está sempre em festa. Não precisamos de dia determinados para glorificá-lo, também não necessitamos de dar expansão aos desejos carnais, pois isso jamais o agradaria; pois ele espírito e os seus verdadeiros adoradores o adoram em espírito e em verdade.

Anotações bibliográficas:
- ALMEIDA, Abraão de, - Lições da História – Editora Vida, 1993 – São Paulo – SP.
- SILVA, Severino Pedro da, - CPAD, 1989 – Rio de Janeiro.

QUE PODER TEM OS ÍDOLOS?

ESTAMOS VIVENDO EM UM MUNDO QUE POUCO MUDOU EM RELAÇÃO A BABILÕNIA DE QUATRO MILÊNIOS ATRÁS,OU AO OBSCURANTISMO DA IDADE MÉDIA EM RELAÇÃO AO CONHECIMENTO DE DEUS, ONDE A MAIORIA,VALORIZA MAIS A CRIATURA, AO CRIADOR.
Como num passado bastante remoto, em que pessoas atribuíam a prosperidade de suas lavouras, a fertilidade e o amor, e outros benefícios, a deuses da mitologia babilônica, greco-romana e de outras nações pagãs, em pleno século XXI presenciamos a idolatria sendo praticada de diversas formas e gostos. Temos hoje, somente no Brasil, centenas de deuses fabricados pelos próprios seres humanos.
Para o dicionário LAROUSSE ÁTICA da nossa língua portuguesa, a palavra “ÍDOLO” é uma figura ou estátua de alguma divindade. Num sentido mais amplo ídolo é qualquer coisa ou pessoa que ocupa o lugar de Deus no coração do homem. Porém, no aspecto religioso é a dedicação, veneração ou mesmo a simples crença em uma pessoa ou coisa atribuindo-a poderes e direitos que são restritos apenas a Deus.
A Babilônia antiga foi o berço da idolatria que presenciamos nos dias atuais. Os babilônicos possuíam milhares de deuses mitológicos como Semírames, conhecida por outras nações pelos nomes de Ísis, Istar, Afrodite, Vênus, Diana, Astarte, Asterote, Etc. atribuída a ela a prosperidade no amor, na fecundidade, nas fortificações, nas guerras, etc. Além de personagens que recebiam títulos humanos, eles adoravam também o sol, a lua e astros. Tinham também o costume de divinizar os fundadores de cidades, como foi o caso de Ninrode, que foi divinizado por ter sido o fundador de Babilônia.
Outras civilizações que muito influenciaram o sistema idólatra dos dias atuais, fora o greco-romano através da crença em deuses mitológicos, aos quais eram atribuídas certas responsabilidades perante os seres humanos e a natureza; como exemplos têm: Júpter e Fulgor, que eram os responsáveis em presidirem os relâmpagos; na atualidade quem são responsabilizados por esse ofício é o casal Santa Bárbara e São Jerônimo. Os olhos eram protegidos por Cupido, hoje acreditam que a responsabilidade está com a Santa Luzia.
Nos tempos modernos a idolatria é praticada das formas mais extremas possíveis, pois qualquer pessoa que tenha feito algo de bom em vida, e pelo menos dois milagres atribuídos a ela depois de morta pode ser divinizada e digna de receber adoração e capaz de intermediar pedidos junto a Deus.
Para a bíblia esses atos são abomináveis e afronta diretamente a santidade do Deus verdadeiro.
QUE PODER ELES POSSUEM?
São muitos e variados os milagres que são atribuídos aos ídolos, como se eles realmente fossem divinos, ou se tivessem recebido algum poder de Deus para operar tais milagres; mas, a palavra de Deus tem a resposta certa para tais fenômenos, como se vê: ”Os ídolos deles, são prata e ouro, obra das mãos dos homens. Tem boca, mas não falam; tem olhos, mas não vêem; tem ouvidos, mas não ouvem; nariz tem, mas não cheiram. tem mãos, mas não apalpam; têm pés; mas não andam; nem som algum sai da sua garganta. Tornem-se semelhantes a eles os que os fazem e todos os que neles confiam.” Sl. 115.4-8.
A revelação recebida pelo escritor sagrado com relação aos ídolos ficou bastante clara, ao mostrar suas incapacidades físicas e espirituais ao provar que seus membros são inanimados, portanto incapazes de realizar qualquer obra. E o mesmo conclui afirmando que as pessoas que acreditam e adoram tais imagens acabam tornando-se iguais a elas, sem nenhum préstimo.
A BÍBLIA FAZ SÉRIAS ADVERTENCIAS CONTRA A IDOLATRIA.
Depois de ter advertido o seu povo, de várias maneiras de que não tolerava a prática da adoração a outros deuses, o Deus verdadeiro adverte-o de novo como se vê a seguir: “Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, não te encurvarás a elas nem a elas servirás...” Ex. 20.3-4
Para muitos a questão da imagem é coisa simples, e até usam o termo venerar para insinuar que não estão adorando, e que isso não lhes faz nenhum mal; porém, como vimos no texto bíblico citado, Deus não somente proíbe a adoração, como também o fabricar, e ou mesmo tê-la guardada em sua casa. E tal exigência não é apenas para o povo de Israel do antigo Testamento, pois no novo encontramos várias referências onde os apóstolos insistentemente condenam essa prática. O apóstolo João nos adverte dizendo: “Filhinhos, guardai-vos dos ídolos. Amém!” I Jo. 5.21.
Após uma decisão tomada pelos apóstolos em uma assembléia em Jerusalém para tratar das questões referentes aos novos convertidos não judeus, Tiago disse o seguinte: “Pelo que julgo que não se deve perturbar aqueles, dentre os gentios que se convertem a Deus, mas escrever-lhes que se abstenham das contaminações dos ídolos, da prostituição, do que é sufocado e do sangue”. At. 15.19 e 20.
Apóstolo Paulo nos mostra a gravidade do pecado da idolatria quando escreve: “Não erreis; nem os IDÓLATRAS, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus”. I Co. 6.10. Para Paulo a idolatria encabeça uma lista de vícios e práticas das piores espécies abominadas por Deus, as quais impedem o homem de entrar no céu. Ao escrever aos crentes de Roma, ele descreve como os homens trocaram a verdadeira adoração devida ao Deus verdadeiro e criador de todas as coisas, pelas coisas vãs deste mundo, quando diz: “Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos. E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis. Pelo que também Deus os entregou às concupiscências de seu coração, à imundícia, para desonrarem o seu corpo entre si; pois mudaram a verdade em mentira e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém!” Rom. 1.21-25
COMO A BÍBLIA CLASSIFICA UMA COMIDA OFERECIDA AOS ÍDOLOS?
Os pagãos da antiguidade ao cultuar seus deuses tinham o costume de oferecê-los algum tipo de alimento como carnes, cereais, bolos, etc. Hoje, não raro presenciamos tais costumes serem praticados por aqueles que ingenuamente pensam estarem fazendo algo de bom para Deus. Porém, para o apóstolo Paulo, tais costumes além de não possuir nenhum valor positivo para o ofertante e para aqueles que participam, ainda traz sérias conseqüências espirituais para os mesmos. De Roma ele escreve aos irmãos de Corinto e adverte-os: “Mas que digo? Que o ídolo é alguma coisa? Antes, digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios. Não podeis beber o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios” I Co. 10.19-21.
QUEM RECEBE A ADORAÇÃO E A PETIÇÃO DIRIGIDA AOS ÍDOLOS?
A devoção aos ídolos é algo que tem atraído pessoas das mais variadas classes sociais e intelectuais, porém, existe uma dificuldade de discernimento no sentido de entender o que realmente estão fazendo e com quem estão se relacionando de verdade, e isso tem como causa dois fatores preponderantes que são: a crença nos milagres que a eles são atribuídos e a cegueira espiritual provocada por satanás o deus deste século 2 Co.4.4. Mas como a bíblia deixa claro, os ídolos não possuem nenhum poder. Portanto, quem recebe a veneração e responde os pedidos são os demônios, pois segundo as sagradas escrituras, satanás possui poderes extraordinários. A esse respeito escreveu Paulo: “A esse cuja vinda é segundo a eficácia de satanás, com todo o poder, e sinais, e prodígios de mentira...” 2 Tes. 2.9.
O homem precisa conscientizar de que não existe outra maneira de se chegar a Deus se não for através de Jesus. Ele disse: “Eu sou o caminho, a VERDADE e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim”. João 13.14.
O FASCÍNIO DOS ÍDOLOS.
O ídolo possui grande poder de fascinação, se quiser saber melhor sobre o assunto, basta estudarmos a história bíblica do povo de Israel da época do Reino do Norte e dos cananeus, (povos das nações vizinhas de Israel).
Os israelitas como povo de Deus, sempre foi orientado a não se envolver com a idolatria, sob pena de sérios castigos da parte de Deus virem sobre eles. No entanto, facilmente e por várias vezes foram seduzidos por falsas crendices pagãs de que os ídolos garantiam a resolução de seus problemas. Porém, o que mais os tornavam simpatizantes pelos ídolos era o fato de serem muitos os deuses. O que para muitos seriam melhor e mais confiável devotar-se a muitos, do que a um Deus somente. Outro fator bastante claro é de que a idolatria não fazia nenhuma exigência com respeito a moral, pelo contrário, os cultos pagãos eram acompanhados de grande licenciosidade e embriaguez, algo que como a idolatria, faz parte das obras da carne que são contrárias ao caráter de Cristo.

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