sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

PRECIOSAS LIÇÕES APRENDIDAS COM GIDEÃO

Para que possamos nos sentir motivados a enfrentar as dificuldades que a vida nos impõe, geralmente precisamos de nos espelhar em alguém que durante sua trajetória de vida tenha enfrentado lutas e conseguido conquistar vitórias. Pois, são com os seus erros e acertos, derrotas e vitórias, que conseguimos aprender lições valiosas sem ter a necessidade de sofrermos as mesmas conseqüências que essas pessoas sofreram. Com os erros que elas cometeram aprendemos a como evitá-los, e com os seus acertos, é que encontramos o caminho certo para o sucesso. Desta forma, encontramos o caminho que nos levam em direção aos nossos objetivos de uma forma menos árdua.

Como pessoa e como servo de Deus, Gideão possuía um perfil que o fez um grande modelo para nós hoje. Quando pela sua chamada para julgar Israel, ele teve que tomar algumas atitudes que ficaram gravadas em sua história, pois determinaram o sucesso de sua missão. Dentre elas podemos destacar o cuidado com sua própria casa; ter aceitado de bom grado algumas mudanças impostas por Deus; sua demonstração de humildade e o seu temor a Deus.
Quando Gideão recebeu as ordens para dar inicio a sua missão, a primeira coisa que ele fez foi destruir os objetos que seu pai usava no culto a Baal. A atitude de Gideão foi uma demonstração de obediência a ordem de Deus, e nos ensina o princípio de que a restauração espiritual precisa começar em primeiro lugar, em nossa casa. Como disse o Apóstolo Paulo: “Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?” I Tm. 3:5. Estamos vivendo em um mundo conturbado, cheio de toda sorte de desrespeito as leis divinas. O povo tem se dedicado mais aos valores efêmeros deste mundo aos valores espirituais. O resultado é o que estamos vendo todos os dias; lares desfeitos, famílias desmoronadas e a nossa sociedade transformada em um verdadeiro caos. A moralidade deu lugar a imoralidade e a corrupção de forma generalizada. Filhos e pais já não se respeitam mais, os cônjuges inverteram seus papéis trazendo mais conflitos em seus relacionamentos. Tais comportamentos são produtos da deficiência da educação religiosa no lar; e enquanto o chefe de família deixa de cumprir o seu papel de sacerdote da família, seus membros estão sendo doutrinados pela televisão, rádios, cinema, e pior ainda, pelos maus procedimentos que são presenciados no meio político, nas escolas, no trabalho e em todos os segmentos sociais. O grande rei Salomão sabiamente escreveu: “Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele” Pv. 22:6. Como Gideão, precisamos quebrar os ídolos existentes em nosso lar, que é o local onde passamos a maior parte do nosso tempo e além do mais, somos em grande parte responsáveis pelo destino de nossos filhos. É o aprendizado adquirido no lar que perdura por mais tempo na mente da criança. Por isso, os pais são grandes culpados por estarmos presenciando tantos valores sendo jogados por terra. Se o mundo fosse formado de pais que tivessem o mesmo cuidado que teve Gideão, o mundo não estaria caminhando a passos largos para a destruição. Portanto, não adianta nada querermos fazer missão, ou seja, ensinar nossos vizinhos, amigos, colegas de trabalho, fazer missões transculturais, se a nossa casa vive um verdadeiro inferno.

A mudança é algo que deve acontecer em tudo o que existe sobre a terra. Todas as coisas que passaram a existir tiveram que passar por algumas mudanças. Por exemplo: O computador que estou usando agora, é tão pequeno que cabe em cima de uma mesa, mas o primeiro que foi inventado, não caberia na sala a onde me encontro. O que fez a redução no tamanho do computador e grandes facilidades que ele me oferece hoje? Claro que foi a mudança! Assim é o ser humano. No princípio o primeiro casal mudou de uma vida melhor para uma pior. Agora, através de Cristo precisamos sofrer algumas mudanças para que possamos alcançar uma vida melhor. Gideão como servo do Deus altíssimo teve que passar por algumas mudanças em sua vida para que as coisas transcorressem segundo a vontade de Deus. Uma das primeiras mudanças pelas quais passou, foi no que ele achava de si mesmo. A princípio ele não quis acreditar em sua chamada por considerá-lo pouco significante para a sociedade, e para Deus. Achava que pelo fato de pertencer a uma das famílias mais humildes de Israel e ser o menor em sua casa não serviria para ocupar uma posição tão elevada. Entretanto, Deus fez com que ele percebesse que o conceito que ele tinha de si, era completamente diferente do que Deus o tinha dele. Como servos de Deus jamais conseguiremos sucesso ministerial ou até mesmo na vida profissional, se não deixarmos de lado a autocrítica e o complexo de inferioridade. Pois muitas vezes esse sentimento que é tido como um problema psicológico, pode ser uma seta diabólica para derrotar o homem causando-lhes sérios danos. Por outro lado, não podemos nos encher do eu e da prepotência, mas ter a humildade de reconhecer que Cristo é o fator preponderante na garantia da vitória.

Outra qualidade marcante na vida do homem de Deus sempre foi e continuará sendo a humildade, e isso era o que não faltava em Gideão. Ele não aproveitou da situação para se orgulhar, mas a viu como um favor de Deus para com ele; bem como, jamais atribuiu sua escolha como resultado de seus méritos. As Escrituras sempre fazem questão de destacar aqueles que mesmo galgando uma posição de destaque diante do povo, conservou a mesma humildade que possuía antes. Dentre eles podemos citar Tiago e João que antes da sua conversão não levavam desaforos para casa. Mas, ao se converterem, e mesmo tendo recebido de Deus cargos tão importantes, não se envaideceram; pelo contrário, humilharam-se perante Deus a ponto de terem uma vida íntegra perante o mundo em que vivia. Esses homens que eram conhecidos como filhos do trovão, por serem portadores de um temperamento explosivo, acabaram se tornando humildes ovelhas de Cristo.
Um dos grandes segredos para uma vida vitoriosa é a humildade. Não a falsa humildade, mas uma humildade que tem como objetivo fazer com que o nome de Jesus seja exaltado. Deus jamais dará a sua glória a alguém. Todos que tentaram se mostrar grande demais acabaram sendo humilhados de uma forma que eles jamais imaginaram. Nabucodonosor, rei de Babilônia se exaltou e foi transformado em um animal irracional por sete anos; o rei Agripa não deu a glória que era devida a Deus e acabou morrendo comido por bichos. Você quer escolher o caminho da exaltação própria correndo o risco de ser humilhado por Deus? Ou o caminho da humildade que o conduz a exaltação? Jesus ao ensinar ao povo quando esteve aqui na terra disse: “Porquanto qualquer que a si mesmo se exaltar será humilhado, e aquele que a si mesmo se humilhar será exaltado” Lc.14:11.

Prezado leitor, você pode possuir mais bens, mais fama, maior posição social, mais dinheiro do que os outros; mas jamais queira fazer disso um pedestal para se colocar acima dos outros, não! Tudo isso são valores efêmeros; o que permanece são as obras que praticamos motivadas por uma vida moldada pelo caráter de Cristo.
Dentre as virtudes que o cristão pode ter, o amor é o que mais o identifica com Jesus Cristo. Sem o amor não conseguimos provar que somos filhos de Deus; o Apostolo João deixou claro que: “Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor” I Jo. 4:8. Jesus, o Mestre por excelência, disse que o amor a Deus é o primeiro e maior mandamento (Mc. 12:30). É o amor de Deus que ao ser derramado em nossos corações, nos faz sentir o desejo de agradá-lo e tê-lo como o bem mais precioso.

Caro irmão e amigo, Deus nos ama de uma forma indescritível, e espera ser conrespondido de forma incondicional; ou seja, sem esperar nada em troca. Pois se meditarmos no que Ele tem feito a nós, jamais teríamos coragem de exigir algo dele. Pelo contrário, estaríamos sempre lhe rendendo graças e procurando louvá-lo com nossas palavras e ações.
Para sua meditação, guarde estas palavras em seu coração: “Conservai-vos a vós mesmos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo para a vida eterna” Jd. 1:21.

P. A. B. Jesus – TO., 12/02/10.

CONDUZIDO AO DESERTO


Texto:Êx. 13:18
“Mas Deus fez o povo rodear pelo caminho do deserto do Mar Vermelho; e armados, os filhos de Israel subiram da terra do Egito”.
INTRODUÇÃO: O deserto é um lugar de escassez de água e alimentos, e geralmente apresenta um clima instável que durante o dia, o sol causticante chega a mais ou menos 50 graus, e à noite o frio chega a provocar geadas. Devido às bruscas oscilações climáticas, a infertilidade da terra e a escassez de água, o deserto sempre foi visto no contexto espiritual como um lugar de provações. E por incrível que pareça, o deserto foi um lugar a onde muitos personagens bíblicos tiveram que passar, mesmo que tenha sido por pouco tempo. Uns afim de cumprir alguma missão como Moisés, outros, porém, por motivos vários. Dentre eles, dois foram alvos de nosso estudo de hoje: O profeta Elias e Jesus Cristo. O primeiro foi ao deserto conduzido pelo medo das afrontas da ímpia Jezabel, o segundo, após ter sido batizado, foi conduzido pelo Espírito Santo para ser tentado por Satanás. Durante o pequeno período de tempo em que eles estiveram lá, tiveram que passar por situações desagradáveis que incluia duras provas como foi o caso de Jesus. Contudo, puderam contar com a providência de Deus que veio encontrá-los para trazer-lhes o socorro.
I – ELIAS NO DESERTO. I Reis 19:4 “Ele, porém, foi ao deserto, caminho de um dia, e foi sentar-se debaixo de um zimbro; e pediu para si a morte, e disse: Já basta, ó SENHOR; toma agora a minha vida, pois não sou melhor do que meus pais”.
VOCE ESTÁ EM UM DESERTO? O QUE TEM TE LEVADO A ESSE ESTADO DE ESPÍRITO?
1) – Força das circunstâncias: vv. 1-4
a) – Qual a circunstância tem levado você ao deserto?
- Um negócio mal feito
- Uma enfermidade
- Uma perseguição
2) – Desilusão: Elias ficou tão desiludido que pediu para si a morte.
a) – Qual fator tem contribuído para suas desilusões?
- Falta de fé
- Desânimo
- Decepção
II – JESUS NO DESERTO. Mc. 1:12 e 13 “ E logo o Espírito o impeliu para o deserto. E ali esteve no deserto quarenta dias, tentado por Satanás. E vivia entre as feras, e os anjos o serviam”.
POR QUAIS MOTIVOS O MESTRE FOI CONDUZIDO AO DESERTO?
1) – Porque precisava ser provado em todas as áreas de sua vida.
III – O DESERTO PARA ELIAS E JESUS FOI TRANSFORMADO EM UM VERDADEIRO OÁSIS.
1) – Para Elias, serviu para:
- Que ele recobrasse suas forças. I Reis 19:6 “E olhou, e eis que à sua cabeceira estava um pão cozido sobre as brasas, e uma botija de água; e comeu, e bebeu, e tornou a deitar-se”.
- Receber uma nova missão. “E o SENHOR lhe disse: Vai, volta pelo teu caminho para o deserto de Damasco; e, chegando lá, unge a Hazael rei sobre a Síria. Também a Jeú, filho de Ninsi, ungirás rei de Israel; e também a Eliseu, filho de Safate de Abel-Meolá, ungirás profeta em teu lugar” I Reis 19:15 e 16.
2) – Para Jesus:
- Foi à conquista de uma de suas primeiras vitórias sobre o inimigo.
- Marcou o início do seu ministério terreno.
CONCLUSÃO: Ao ser conduzido ao deserto desta vida, o cristão jamais pode imaginar que tudo está perdido; pois, por mais que o sofrimento pareça insuportável, no fim, tudo isso acabará em grandes bênçãos para a sua vida.
Ponte A. B. Jesus - TO. 12/02/10
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Por: Edes Durante o tempo de sua peregrinação, Jesus observou com atenção como Ele e João Batista foram recebidos pelos seus contempor...